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Vasco Cordeiro deixa pobreza à margem das opções do Governo

O PSD/Açores considera preocupante a falta de estratégia do Governo regional e do PS para combater a pobreza nos Açores e lamenta que o executivo açoriano insista em deixar as famílias açorianas mais vulneráveis à margem das suas opções para a Região.

Mónica Seidi, deputada e porta-voz do PSD/Açores para a Segurança Social, salienta que o número de açorianos que encontra no Rendimento Social de Inserção (RSI) o seu único meio de sobrevivência não para de crescer o que, sublinha, “prova de forma inequívoca que o executivo açoriano não está a ser capaz de combater a pobreza”.

Dados do Instituto de Segurança Social, avançados pela imprensa regional, revelam que 18.827 açorianos sobreviviam, em fevereiro, com o RSI, mais 1.498 beneficiários do que em igual período do ano passado e mais 128 do que em janeiro deste ano.

O número de famílias que dependem do RSI é igualmente alarmante: no espaço de 12 anos, o número de famílias a recorrer ao RSI aumentou 129%, ou seja, passou de 2.906 famílias em 2004 para 8.490 famílias em 2016, um crescimento de mais 5.584 famílias.

“Os sucessivos governos do PS têm mantido à margem dos documentos orçamentais da região os açorianos em condições sociais e económicas mais vulneráveis. O número de beneficiários do RSI é a prova de que o próprio Governo faz aumentar cada vez mais a pobreza nos Açores”, explica Mónica Seidi.

A deputada do PSD/Açores sublinha que o maior partido da oposição tem vindo “sistematicamente a denunciar a falta de uma política de combate à pobreza nos Açores” e lembra que o PSD/Açores apresentou uma proposta de alteração ao Plano e Orçamento para 2017 que visava o aumento em 10% do Complemento Regional de Pensão (“cheque pequenino”), medida que beneficiaria 35 mil pensionistas nos Açores.

A proposta do PSD/Açores foi chumbada pelo PS.

“O Governo assume o compromisso de combater a pobreza nos Açores, mas depois chumba as propostas da oposição que visam reforçar o rendimento dos açorianos mais vulneráveis. Se o Governo quisesse ser levado a sério no seu compromisso, assumido na campanha eleitoral, não teria rejeitado a proposta do PSD/Açores”, defende Mónica Seidi.

Texto/Foto: GI-PSD/Açores

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