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PS destaca a importância da consolidação da retoma económica nos Açores

O Vice-Presidente do PS/Açores salientou, esta sexta-feira, que “o Plano e o Orçamento dos Açores de 2017 concluem o processo de recuperação dos rendimentos das famílias e da consolidação da retoma económica que se vem verificando durante os últimos anos”.

De acordo com André Bradford, “a dinamização da nossa economia” é atestada por vários indicadores que têm vindo a ser divulgados. “São exemplos a criação de emprego, a descida da taxa de desemprego, o índice de atividade económica ou mesmo os números do turismo que demonstram que a nossa economia está numa trajetória de recuperação”, sustentando que “o Plano e o Orçamento dos Açores deste ano consolidam os avanços até aqui conseguidos”.

A comitiva do Partido Socialista que participou, “empenhadamente”, na consulta do Governo Regional dos Açores às forças políticos e aos parceiros sociais, no âmbito da preparação do Plano e Orçamento dos Açores para este ano e das propostas das Orientações de Médio Prazo 2017-2020, transmitiu ainda a Vasco Cordeiro e a Sérgio Ávila, a sua satisfação por estes documentos consubstanciarem objectivo da utilização, “na sua plenitude”, até ao final da legislatura, dos fundos comunitários disponíveis, no âmbito deste período de programação financeira.

“Neste momento, os Açores registam, a nível do país a melhor taxa de execução de fundos comunitários e isso deve ser prosseguido porque significa uma alavancagem do investimento privado e uma participação na dinamização na economia”, afirmou o Vice-Presidente do PS/Açores, precisando que “esse esforço deve ser feito com a preocupação de fortalecer o tecido empresarial regional, de tornar mais competitiva a nossa economia e de fazer refletir isso no mercado de trabalho”.

Promover os setores exportadores da Região que possam incorporar inovação e gerar emprego onde os Açores são mais competitivos é outro dos desafios elencados pelo Partido Socialista que também considera essencial que os sistemas de incentivos à iniciativa privada na Região se mantenham sem restrições de calendário e de financiamento, ou seja, “sempre disponíveis na comparticipação deste esforço na recuperação da economia dos Açores”.

André Bradford reconheceu, no entanto, que é preciso ainda dedicar uma atenção especial a setores como o da lavoura, pescas e ao combate à exclusão social, promovendo o crescimento harmonioso e coeso da Região.

Texto/Foto: GI-PS/A | RP/RF

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