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Januário Andrade imortalizado na toponímia do concelho

A figura do endireita popular Januário Faria de Andrade encontra-se, desde sábado, imortalizado na toponímia do Concelho da Horta. Em pleno Dia da Freguesia da Praia do Norte, a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia, descerraram com os seus familiares a placa toponímica com a inscrição “Rua Januário Andrade (Antigo Caminho da Passagem), na rua onde aquele cidadão viveu a maior parte da sua vida.

Na ocasião, José Leonardo Silva, Presidente da Câmara Municipal da Horta, recordou a figura deste agricultor de profissão que exerceu, de forma sábia, honesta e economicamente desinteressada, um saber popular, que ajudou milhares de faialenses.

“O Januário foi um homem sem consultório, sem agenda, sem horário de trabalho e com disponibilidade total para ajudar o próximo”, que conhecia bem os seus limites e os limites da sua sabedoria inata, salientou José Leonardo Silva, explicando ter sido estes valores que levaram a Câmara Municipal da Horta, por unanimidade, no voto de pesar pelo seu falecimento, aprovado a 12 de abril de 2012, apenas 10 dias após o seu falecimento, a propor que a Comissão de Toponímica e a Assembleia de Freguesia da Praia do Norte, enquadrasse o seu nome na toponímia daquela freguesia.

Por proposta dos órgãos próprios da Praia do Norte, a Câmara Municipal, a 3 de setembro último, deliberou atribuir aquela designação à rua onde Januário Faria de Andrade viveu a maior parte da sua vida e aí foi procurado, quer de dia quer de noite por inúmeros faialenses com problemas ósseos e musculares, isso mesmo realçou o Presidente da Junta de Freguesia da Praia do Norte ao cumprimentar a autarquia pela deliberação tomada.

Em representação dos seus familiares, a sua filha Maria Hortense manifestou a satisfação da família por este reconhecimento para com um homem que classificou de “humilde, trabalhador e dedicado ao próximo”.

Ainda em vida, Januário Faria Andrade, nascido a 30 de januário de 1934, foi homenageado pela Câmara Municipal da Horta, a 4 de julho de 2005, em reconhecimento pela forma “séria, competente, disponível e economicamente desinteressada como endireita popular” e destacando, igualmente, o seu “dom natural” e “saber inato”.

Texto/Foto: GI-CMH | Rádio Faial

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