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Governo açoriano renova parceria com bombeiros que apoiam subidas à montanha do Pico

A Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo do Governo dos Açores renovou a parceria com os Bombeiros Voluntários da Madalena do Pico, “garantindo condições de maior segurança para todos aqueles que escolhem subir à montanha”, foi hoje revelado.

Segundo nota enviada à imprensa pelo executivo, a secretária regional, Marta Guerreiro, frisou que a parceria entre o Governo açoriano e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Madalena contribui para “a qualificação da oferta em matéria de animação ambiental e turística, garantindo condições de maior segurança para todos aqueles que escolhem subir à montanha do Pico”.

A governante falava na Madalena do Pico, na cerimónia de assinatura do protocolo que prevê um apoio financeiro de 35 mil euros.

“Ao longo dos anos, os Bombeiros Voluntários da Madalena têm prestado um serviço inestimável, no âmbito das ações de busca e socorro, incluindo o resgate de visitantes na Reserva Natural, e o funcionamento e monitorização, durante todo o ano, do sistema de videosegurança e rastreio de visitantes”, sublinhou a responsável pela tutela.

Marta Guerreiro destacou, ainda, a importância da Casa da Montanha, “que se tem revelado fundamental para as necessidades de registo e apoio à escalada e para o atendimento adequado aos visitantes”, apontando para o investimento superior a 600 mil euros nas obras de beneficiação das atuais instalações, que devem estar terminadas “no final do primeiro semestre deste ano”.

A empreitada contempla “espaços de apoio à atividade dos guias e uma nova área reservada aos visitantes, concretamente de apoio às descidas, separando os fluxos de subida e de descida, bem como uma área de estacionamento de viaturas, neste caso, que será aberto no início de junho”, enunciou a governante.

O regulamento de acesso à Reserva Natural da Montanha do Pico foi alterado, em 2018, “adequando-o aos desafios atuais e conciliando a procura com a salvaguarda do património natural existente, por via do estabelecimento de limites diários de subidas e de pernoitas na cratera, a revisão do valor das taxas das subidas autónomas e do acesso ao Piquinho e a criação de uma taxa para a pernoite na cratera, além do alargamento do período de funcionamento da Casa da Montanha em determinadas épocas”.

Em 2018, mais de 17 mil pessoas subiram ao topo do Pico e mais de 10 mil visitaram a Casa da Montanha, adianta a nota de imprensa.

Os números deste ano mostram que a tendência de crescimento se mantém, com 811 subidas e 672 visitas até abril.

Lusa/Rádio Faial | Foto: Direitos Reservados

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