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Demora com barcaça obriga a alterar plano de remoção do navio “Mestre Simão”

A demora no transporte para os Açores de uma barcaça que iria ser utilizada na remoção do navio “Mestre Simão”, encalhado no porto da Madalena, obrigou o armador a apresentar um plano alternativo.

O anúncio foi feito hoje, em comunicado, pelo armador, a empresa pública de transporte marítimo de passageiros e viaturas, Atlânticoline, que está a avaliar a viabilidade da “segunda melhor proposta”, de um conjunto de onze apresentadas inicialmente, por várias empresas especializadas na remoção de navios.

“A alteração de última hora de fatores de planeamento do projeto inicialmente aprovado, para a remoção do navio “Mestre Simão”, com relevante impacto no tempo de execução, levou a que o acordo comercial entre as partes envolvidas não se concretizasse”, esclareceu a administração da empresa.

Na sequência desta alteração, o armador do navio entregou na quarta-feira o novo plano ao Capitão do Porto da Horta, para apreciação pela autoridade marítima, prevendo-se que se mantenha o prazo inicialmente estabelecido para a remoção do “Mestre Simão” (final de maio).

“Este novo plano diferencia-se do anterior sobretudo no recurso a capacidades instaladas na Região e no Continente”, adianta a mesma fonte, acrescentando que a decisão final relativa à aprovação do plano deverá ser conhecida no início da próxima semana.

O navio Mestre Simão, construído em 2013 nos “Astilleros Armon”, em Espanha, tem 40 metros de comprimento e encalhou em 06 de janeiro no porto da Madalena, ilha do Pico, numa altura em que se verificava ondulação forte.

Todos os passageiros e tripulantes saíram ilesos, mas as causas do acidente ainda não são conhecidas.

Lusa/Rádio Faial | Foto: José Carlos Soares

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