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“Com os investimentos do Governo dos Açores ser pescador é hoje uma profissão condigna”, considerou José Ávila

“A profissão de pescador foi radicalmente alterada; passou de uma atividade pobre, quase sempre a meio tempo, muitas vezes portadora de um estigma negativo, para uma profissão condigna, a tempo inteiro, dotada de boas condições de trabalho e de segurança”, considerou José Ávila.

O deputado socialista intervinha esta quinta-feira, no plenário dedicado ao Plano e Orçamento Regional para 2015.

O deputado socialista destacou que as “pescas são um sector relevante para a economia dos Açores, pelo impacto no emprego, pelo peso na criação de riqueza e pela importante participação nas exportações”, explicando o “aparente desinvestimento” nesta área com a “conclusão de obras com maior volume de comparticipação comunitária, como são os casos do Porto de Rabo de Peixe e o Porto da Povoação”.

Para José Ávila, o “futuro da pesca passa por vender melhor e é nessa linha que o Governo dos Açores vai investir 4,5 milhões de euros no Entreposto Frigorífico de Ponta Delgada, 2 milhões na aquisição de centrais de gelo para diversos portos e ainda 1,4 milhões de euros destinado a melhorias de operacionalidade de infraestruturas portuárias, lotas e oficinas”.

O deputado defendeu que a valorização do pescado Açoriano “passa por uma maior eficácia no escoamento, desde o manuseamento, passando pelo transporte, até à colocação nos mercados”, mas também pela “transformação e congelação”.

A este respeito, destacou, as “novas Obrigações de Serviço Público de transporte aéreo” como forma de “ultrapassar alguns constrangimentos sentidos nas ligações das ilhas para os principais aeroportos de saída da Região e destes para o exterior”.

O parlamentar socialista destacou os investimentos “na Escola do Mar dos Açores, nas parcerias com a Universidade do Açores e na aquicultura”, como “formas inovadoras que o Governo dos Açores encontrou para reforçar a aposta nesse ativo estratégico, que é o mar”.

“Existem outras utilizações do mar que hoje trazem valor acrescentado à economia dos Açores; é o caso do mergulho com escafandro, a observação de cetáceos e de aves marinhas, pesca desportiva e a pesca de turismo, com enormes potencialidades, sempre numa perspetiva de exploração ambientalmente sustentável”, frisou José Ávila.

Texto | Foto: GI-PS/A | Rádio Faial

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