There are no ads, please add some

Colaboradores municipais, associam-se à Liga Portuguesa Contra o Cancro, no projeto “UM DIA PELA VIDA”.

Uma equipa composta por colaboradores municipais, SORRISOS DE ESPERANÇA, associaram-se à Liga Portuguesa Contra o Cancro, na concretização de um cordão humano no centro da cidade da horta, mais precisamente no Largo Duque de Ávila e Bolama no projeto “UM DIA PELA VIDA”.

Este projeto tem dois grandes objetivos, educar para a prevenção e angariar fundos para apoiar o trabalho desenvolvido por organizações que lutam contra o cancro.

O projecto Um Dia Pela Vida (UDPV) nasceu nos EUA há quase 30 anos com o nome Relay For Life ou estafeta pela vida. Actualmente 26 nações em todos os continentes e mais de 5500 comunidades fazem-no com 2 grandes objectivos: educar para a Prevenção e angariar fundos para apoiar o trabalho desenvolvido
por organizações como a nossa Liga (LPCC) que lutam contra o Cancro. Este movimento de solidariedade
mundial envolve milhões de pessoas por todo o mundo e já “tocou” cerca de 250.000 pessoas em Portugal.

O primeiro feito em Portugal teve lugar em Coruche, Março de 2005, e rapidamente alastrou por todo o país, contando já com 37 edições: Coruche, Mértola, Azeitão, Lamego, Ponte de Lima, Redondo, Elvas, Caldas da Rainha, Trofa, Seia, Almeirim, Moura, Alcácer do Sal, Castelo Branco, Guimarães, Funchal, Benavente, Abrantes, Maia, Portalegre, Viana do Castelo, Valença do Minho, Machico (2), Serpa, Torres Novas, Felgueiras, Vila Viçosa, Peso da Régua, Ílhavo, Ribeirinha (Angra do Heroísmo), Braga, Almodôvar,
Bombarral, Pombal, Guarda, Barcelos.

Há várias maneiras de participar no UDPV. Trabalhando directamente na Comissão Organizadora Local, inscrevendo uma Equipa, ajudando ou apoiando quem tem uma Equipa.
Todos são convidados a participar, ninguém deve ficar de fora. Porque sozinhos fazemos muito pouco e é juntos que poderemos fazer realmente a diferença nesta luta contra o cancro.

As estimativas dizem-nos que neste século 1 em cada 4 portugueses será “tocado” pelo cancro. O cancro não escolhe idades, sexos, tendências religiosas ou políticas. Sabemos que bate cada vez mais a mais portas e muitas vezes sem dar aviso. Não é à toa que dizem que o cancro é uma doença silenciosa.
Sabemos também que o caminho mais curto para a cura é a prevenção e por isso está também nas nossas mãos ajudar a mudar essas estimativas e conseguir transformar o cancro numa doença crónica que mais se cura.

Antigamente ter um cancro era uma sentença de morte! Felizmente cada vez é menos assim. Pode viver-se
com qualidade e ter um cancro. Infelizmente, no nosso país e principalmente nas comunidades mais pequenas, o cancro ainda é uma doença tabu, maldita e malvista! As pessoas, segundo os média, ainda morrem de doença prolongada. Ainda há pessoas que escondem dos vizinhos que têm um cancro, por vergonha, como se esta fosse uma doença que se apanha por aí e não uma doença que vem ter connosco, sem que estejamos sequer despertos para essa realidade.

Daí ser da maior importância levar este tipo de projecto para comunidades mais pequenas, tentando mudar mentalidades, educando para a prevenção do cancro, derrubando tabus, dando exemplos de esperança e consequentemente arranjando fundos que apoiem o trabalho que uma organização como a LPCC faz no
terreno.

O UDPV é mais uma maneira de se lutar contra a doença. E é uma maneira privilegiada de o fazer porque somos todos nós convidados a fazê-lo e em clima de celebração e festa. É falando de cancro na nossa comunidade, dando exemplos de esperança, ensinando que o caminho mais curto para a cura é a prevenção e que a cura é possível que nós nos envolvemos. E os resultados são sempre extraordinários.

Em 7 anos mais de 250 mil portugueses já participaram neste movimento, mais de 25.000 voluntários inscritos no projecto já vestiram a sua camisola e já caminharam pela vida.
É um projecto que de início pode parecer assustador, mas o segredo do seu sucesso passa exactamente pelo facto de não termos que o fazer sozinhos. Agimos em conjunto, delegando responsabilidades, partilhando conhecimentos e experiências e dando sentido ao gesto de “dar a moeda”. No fim sentiremos
aquela sensação de dever cumprido e de termos realmente feito a diferença nesta luta contra o cancro e pela vida.

Texto/Foto: ECMSE/Rádio Faial

About The Author

Related posts