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Carreira docente nos Açores é a “mais valorizada” do país, afirma Avelino Meneses

O Secretário Regional da Educação e Cultura reafirmou hoje, em Ponta Delgada, que o Estatuto da Carreira Docente em vigor nos Açores desde 2015 é o que mais valoriza o trabalho do professor no país.

Avelino Meneses, que falava aos jornalistas no final de uma audição na Comissão de Assuntos Sociais da Assembleia Legislativa sobre duas petições relativas ao reposicionamento da carreira docente, garantiu que na “transição” do Estatuto da Carreira Docente de 2007 para o de 2015 “não houve penalização”, mas sim “uma valorização da carreira”.

“À luz do estatuto de 2007, o topo da carreira atingia-se com o índice 340, ao fim de 35 anos de serviço. Agora, o índice 340 é alcançado ao fim de 33 anos de serviço, ou seja, com uma poupança de dois anos”, frisou.

Para o Secretário Regional, existem nos Açores outras razões que, de acordo com o estatuto em vigor, levam à valorização do trabalho dos professores, como o facto de o topo da carreira já não ser o índice 340, mas sim o 370, o que significa “um acréscimo salarial de cerca de 300 euros mensais”.

A estas razões acresce também a situação de que, nos Açores, a carreira “não conhece quotas” para efeitos de progressão, ao contrário do que sucede no continente e nas demais carreiras da administração pública, sublinhou Avelino Meneses.

Por outro lado, salientou que, no processo negocial então mantido com as estruturas representativas dos docentes nos Açores, houve a preocupação de não existirem situações de desigualdade e financeiramente insustentáveis.

GaCS/Rádio Faial | Foto: GaCs

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