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Câmara Municipal da Horta solicita audiência para entregar o estudo sobre a ampliação da pista do Aeroporto da Horta

A Câmara Municipal da Horta solicitou, na passada semana, aos governos da República e Regional, assim como à Administração da ANA/ Vinci, uma audiência para entregar o estudo prévio para a ampliação da pista do Aeroporto da Horta, criado por um grupo de trabalho independente liderado pela autarquia.

O Grupo, constituído em novembro de 2016, integra os senhores João Corvelo, ex-diretor daquela infraestrutura, o engenheiro civil Manuel Sequeira, o engenheiro Nuno Corvelo, técnico de segurança de tráfego aéreo e o sr. António Pimentel, fiscal técnico.

Para o Presidente da Câmara Municipal da Horta, trata-se de “um documento sério e de pressão” que pela primeira vez expressa “aquilo que efetivamente os faialenses querem para o seu aeroporto e em relação ao futuro das ligações aéreas com a Horta”.

A solução apresentada, de ampliação da pista para ambos os lados, sendo 350 para o lado do Morro de Castelo Branco e 105 para o lado da cidade, permitirá aumentar dos atuais 1.595 metros para 2.050, num custo estimado entre os 34,9 e os 37,3 milhões de euros, contrariando os 78 milhões que haviam sido anunciados pelo Ministro da Economia, em 2011, como justificação para a não realização do investimento.

Para a construção deste documento, a Câmara Municipal da Horta investiu cerca de 75 mil euros, para incluir a realização, inclusive, de um estudo de impacto ambiental, e assegurar uma assessoria do Dr. Bingre do Amaral, que, durante anos, esteve ligado à certificação de pistas a nível nacional.

José Leonardo assume, ainda, que a Câmara Municipal tem vindo a trabalhar em duas grandes áreas, a primeira das quais na melhoria das acessibilidades à ilha, com as alterações das obrigações de serviço público que permita mais companhias aéreas a voar para o Faial, e a segunda vertente, mais complexa, na ampliação da pista, pelo que o documento apresentado em final de março por este grupo de trabalho é “um documento de pressão” que “merece ser estudado e ter uma resposta clara”.

Texto/Foto: Rádio Faial/CMH

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