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BE/Açores quer confrontar Governo Regional com reivindicações dos professores

O BE/Açores anunciou hoje que vai agendar um debate de urgência para o próximo plenário do parlamento regional, a 17 de julho, para confrontar o secretário regional da Educação com as reivindicações dos professores.

Aquela força política “lamenta que a audição” de Avelino Menezes, aprovada em comissão parlamentar de Assuntos Sociais, por sua proposta, que chegou a estar agendada para hoje, “tenha sido, entretanto, cancelada por indisponibilidade do secretário regional, sem qualquer justificação, e sem que tenha sido adiantada uma data alternativa”.

Os bloquistas, citados em nota de imprensa, afirmam que não vão “permitir que o Governo Regional se esconda deste debate”, recordando que a agenda do plenário irá incluir também a iniciativa do BE que propõe a contabilização de todo o tempo de serviço dos professores para efeitos de progressão na carreira.

Recomenda-se também ao Governo Regional que inicie o processo de negociação com os sindicatos dos professores para definir o modo e o prazo para a reposição deste tempo de serviço e recuperação dos salários congelados.

A 26 de junho, a deputada do BE/Açores Zuraída Soares considerou “absolutamente patético” que o responsável pela pasta da Educação, Avelino Meneses, tenha recordado a possibilidade de recurso aos tribunais por parte dos professores.

“Um governante que diz que não está disposto a negociar e que podem chamar a polícia ou queixarem-se ao tribunal é o grau zero da educação e o pior exemplo que o secretário regional pode dar aos alunos e famílias dessa região”, declarou Zuraida Soares.

A parlamentar do BE/Açores, que chefiou uma delegação que reuniu em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, com a direção do Sindicato Democrático dos Professores dos Açores (SDPA), referiu esta atitude como um “sinal de desnorte” e, “mais forte ainda, de desrespeito”.

À rádio Antena1, Avelino Meneses disse recentemente, “acerca da questão da legalidade ou da ilegalidade” das greves e protestos, que “a sociedade democrática e o estado de direito possuem os mecanismos e os locais próprios para o esclarecimento de todas as dúvidas”.

Lusa/Rádio Faial | Foto: Direitos Reservados

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