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BE/Açores desafia Governo Regional a combater precariedade laboral

O coordenador regional do BE/Açores desafiou hoje o Governo dos Açores a tomar medidas “concretas, exequíveis e consequentes” de combate à precariedade laboral na região.

“É altura do Governo Regional e de quem tem responsabilidades governativas passar do discurso da preocupação à ação. Senão estamos apenas a brincar com a vida das pessoas e a falar dos seus problemas sem apresentar propostas que tenham consequências”, declarou António Lima.

O presidente do Governo dos Açores está hoje a receber, no Palácio de Santana, os parceiros sociais e partidos políticos para a preparação do Plano e Orçamento para 2019, documentos que deverão ser apresentados na Assembleia Legislativa no final de outubro.

Vasco Cordeiro, acompanhado pelo vice-presidente do Governo dos Açores, Sérgio Ávila, recebeu de manhã a Federação das Pescas dos Açores, a Federação Agrícola dos Açores, a Câmara do Comércio e Indústria dos Açores, as centrais sindicais UGT e CGTP-IN e o PCP.

Como pacote de propostas apresentadas a Vasco Cordeiro, o dirigente destacou a necessidade de o programa de incentivos Competir + prever que as empresas beneficiárias possuem nos seus quadros pelo menos 75% de trabalhadores de contratos sem termo.

A adaptação à região do Prevpav – Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública – e a integração nos quadros dos professores contratados após três anos de serviço ou duas renovações de contratos sucessivas constituem outras das medidas preconizadas pelo Bloco.

O Orçamento dos Açores para 2018 foi aprovado com os votos contra de oposição e é de 1.292 milhões de euros, valor sensivelmente igual ao de 2017, enquanto o Plano de Investimentos global é de 753 milhões de euros, um decréscimo de cerca de 3% face ao de 2017.

Lusa/Rádio Faial | Foto: Direitos Reservados

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