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Assembleia Municipal elogia trabalho da Câmara pela integração do Quartel do Carmo no programa nacional “REVIVE”

A Assembleia Municipal da Horta aprovou, por unanimidade, um Voto de Congratulação pela integração do Quartel do Carmo no programa nacional “REVIVE”, elogiando o papel da Câmara Municipal por esta “ter conseguido garantir que o edifício do Quartel do Carmo fosse a primeira infraestrutura militar das Regiões Autónomas a integrar o programa nacional “Revive”, uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças, que abre o património militar devoluto ao investimento privado para desenvolvimento de projetos turísticos”, refere o voto aprovado.
Segundo o texto de congratulação, esta “solução permitirá de futuro continuar a trabalhar junto de investidores privados, para que encontrem nestes espaços um local ideal para o desenvolvimento de projetos credíveis, sustentáveis e que honrem os pergaminhos históricos desta cidade, respeitando o enquadramento paisagístico, desta nossa baía da Horta, sem dúvida a mais Bela Baía do Mundo”.
Os deputados municipais saudaram, igualmente, o facto de, “no mesmo protocolo de parceria com o Governo da República, ter sido cedida à autarquia a gestão das posições militares do forte da Espalamaca e do Monte da Guia”.

“O assumir desta gestão, por parte da Câmara Municipal da Horta, chamando uma vez mais a si, a responsabilidade de valorizar o património devoluto existente no concelho, neste caso, o património militar, permitirá desenvolver estas estruturas enquanto produto turístico para os locais, bem como para todos aqueles nos visitam, possibilitando a criação de mais um roteiro de visitação, devidamente articulado com as demais ofertas existentes na ilha”, descreve.

À margem da reunião da Assembleia Municipal, José Leonardo, Presidente da autarquia, referiu que a solução encontrada é o resultado do esforço e das diligências efetuadas, junto do Governo da República, “para que fossem criados mecanismos financeiros a que os Municípios pudessem recorrer no sentido de facilitar parcerias que permitissem reabilitar e dar nova vida a estes imóveis e a encontradas soluções que colocassem termo a um abandono sistemático”.

Texto/Foto: GI/CMH

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